28/02/2014

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A PERDA DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

INFELIZMENTE, ONTEM PERDEMOS NOSSA COMPANHEIRA YASKA. ESTAVA COM A GENTE HÁ 8 ANOS. ERA UMA FIEL ESCUDEIRA, PROTETORA E BRINCALHONA. MUITOS ME SACRIFICAVAM PELA RAÇA, PIT BULL. VOCÊ É LOUCA TER 2 PIT BULLS EM CASA COM CRIANÇAS PEQUENAS, MAS NUNCA TIVEMOS PROBLEMAS NO RELACIONAMENTO CRIANÇASX PIT BULLS. MUITO PELO CONTRÁRIO, TENHO MAIS PROBLEMAS COM O CACHORRO DA MINHA SOGRA QUE É POODLE COM YORSHIRE.
DIANTE DO ACONTECIDO FUI PESQUISAR NA NET COMO FALAR PARA AS CRIANÇAS SOBRE A PERDA DE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO, COMO ELES REAGEM, ETC. ENCONTREI ESSA REPORTAGEM NO SITE PEDIGREE.COM.BR, ELA É SIMPLES, MAS BEM EXPLICATIVA. SEGUE ABAIXO:
Quando um animal de estimação morre, crianças lidam com a dor de formas diferentes. Depende muito da idade da criança, da afinidade que tinha com o animal e de se é a primeira perda. Lidar com o sofrimento de uma criança é sempre difícil para os pais.
Seja sempre honesto sobre o animal ter morrido e não diga que ele perdeu-se. É importante que você conte a seu filho que o animal de estimação morreu e não um desconhecido. Encoraje seu filho a expressar seus sentimentos, não apenas com palavras, mas também através de um poema ou desenho. Para algumas crianças, rituais e ritos de passagem como um enterro simples podem ser reconfortantes. Outras podem preferir fazer um livro de recortes com fotografias.
O melhor conselho para os pais é ser honesto com as crianças e não levar na brincadeira ou desprezar os sentimentos de tristeza, raiva, ressentimento ou culpa da criança. A Psiquiatra Dra. Sally Cubbin diz: "É importante não esconder informações. Deixe sua criança saber se um animal de estimação está muito doente e que é possí­vel que morra. É importante que o adulto entenda que a morte de um animal de estimação é um evento muito significativo para uma criança. A morte pode ser uma experiência de aprendizado para seu filho - um momento para aprender que a morte é real, final e natural e, o mais importante, é um momento de despedida. Alguns adultos acreditam erroneamente que podemos proteger as crianças destas dolorosas experiências."
FONTE: http://www.pedigree.com.br/